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terça-feira, 2 de agosto de 2011

2011: A Maçonaria sempre será incompatível com a Fé Cristã Católica


DECLARAÇÃO DOS BISPOS CATÓLICOS DAS FILIPINAS

Apesar das muitas e repetidas sentenças de condenação da Maçonaria lançadas pela Santa Sé, parece que ainda há dúvidas se Católicos podem ou não se filiar à Maçonaria. Frequentemente se alega que várias sociedades maçônicas aqui nas Filipinas são organizações não- sectárias às quais Católicos podem aderir sem nenhum prejuízo à Fé Católica. Isto é falso e Nós queremos reafirmar nos mais fortes e solenes termos a regra emitida pela Santa Sé, a qual decreta quequalquer Católico que conscientemente e deliberadamente adere à Maçonaria automaticamente incorre em excomunhão e não pode receber os Sacramentos da Igreja e nem ser enterrado em cemitério Católico.
Uma pequena reflexão é suficiente para mostrar a justiça e a racionalidade dessa proibição, não obstante todas as alegações em contrário. A Maçonaria é hoje aquilo que ela sempre foi. Uma seita naturalista que ignora ou nega muitas das verdades contidas nas Sagradas Escrituras e definidas pela Igreja Católica como necessárias para a Salvação.

Por exemplo, a doutrina oficial da Maçonaria nega, explicitamente ou por implicação, que Jesus Cristo é o Filho de Deus no sentido exato. De acordo com o ensinamento maçônico, Cristo não passou de um simples homem, certamente um homem sábio, todavia apenas um homem; portanto se Ele é chamado “Filho de Deus”, isso só pode ser tomado no sentido figurativo ou metafórico. Consequentemente, aderir à doutrina oficial da Maçonaria através da adesão como membro dessa organização, em efeito significa negar ou duvidar de pelo menos uma das verdades essenciais da Fé Católica.

É verdade que os Maçons acreditam numa espécie de divindade suprema à qual eles chamam “o Arquiteto do Universo”; mas essa divindade descrita nos livros oficiais da Maçonaria está muito longe de ser o Deus Todo Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, uma só natureza em três pessoas divinas, O qual os Católicos reconhecem e adoram. De fato, o termo “Arquiteto do Universo” tem sido interpretado pelos maçons de vários modos, alguns dos quais nem podemos chamar de cristão. Além do mais, essa relatividade no que toca à natureza de Deus e nosso relacionamento com Ele, é por si só um grande perigo para a religião já que isso funciona como uma poderosa indução ao indiferentismo religioso, o qual por sua vez conduz ao ceticismo e por fim ao ateísmo.

Mas não é apenas no terreno doutrinal que a Maçonaria é inaceitável para Católicos. As condições de filiação a essa sociedade e suas práticas bem conhecidas, estão em direta violação não apenas da moralidade cristã como também da Lei Natural.

Todos os maçons, por exemplo, são obrigados a fazer um juramento solene comprometendo-se a manter segredo absoluto do que quer que seja ensinado a respeito de sua doutrina e deveres, sob a pena de sofrerem severas punições às quais incluem até mesmo a morte.

Existem muitas objeções a tal juramento. Em primeiro lugar; é claramente errado jurar manter segredo de algo que não deveria ser mantido em segredo. Em segundo, as graves consequencias de se violar tal juramento, as quais incluem tortura, mutilação das mãos de outros membros da fraternidade, quer sejam seriamente consideradas ou não, invocando a suprema majestade de Deus como testemunha de um procedimento trivial e ridículo, no mínimo faz parte da natureza do sacrilégio. Mas consideremos então que tais ameaças sejam levadas a sério, nesse caso é atribuído à sociedade maçônica o poder da pena capital, o qual Deus outorgou apenas ao Estado e sob severíssimas limitações. Finalmente, a absoluta e irrestrita lealdade a uma organização privada e secreta, prometida através de juramento é diretamente contrária à Lei Natural, a qual prescreve que nossa adesão a qualquer sociedade privada é necessariamente limitada pela nossa obrigação primária a Deus, à Igreja, à sociedade civil e à família.
Apesar da propagada profissão de neutralidade e até mesmo de amizade da Maçonaria por todas as religiões, é um fato histórico confirmado por incontáveis exemplos, de que a Maçonaria sempre foi e continua sendo consistentemente hostil à Igreja Católica e também contra muitas denominações cristãs não-Católicas. Em vários casos, sacerdotes sofreram ameaças por ouvirem confissões e reconciliarem maçons em seus leitos de morte. A Maçonaria consistentemente advoga e ativamente promove a exclusão do Catolicismo de qualquer posição de influência, por mais legítima que seja, em qualquer campo da vida social. Tão amarga e incansável é essa hostilidade da Maçonaria pela Igreja Católica, que um proeminente maçon filipino foi efusivamente aplaudido por seus colegas maçons quando ele publicamente declarou que o maior inimigo do povo filipino não é o Comunismo ateu mas sim a Igreja Católica Romana.

Em resumo: Católicos estão proibidos de se associar à Fraternidade Maçônica. Católicos que conscientemente e deliberadamente se tornam maçons estão automaticamente excomungados; eles não podem receber os Sacramentos da Igreja; eles não podem ser convidados para serem padrinhos em cerimônias de Batismo e Confirmação e nem tampouco como testemunhas em Matrimônios Católicos onde tal participação se constituiria um grave escândalo e finalmente, maçons não podem ser enterrados em cemitérios Católicos.

[Assinado por toda a hierarquia da Igreja Católica nas Filipinas:]

+ JULIO ROSALES, D.D. Arcebispo de Cebu
+ JAMES T. G. HAYES, (sj) Arcebispo de Gagayan
+ JOSE MA. CUENCO, Arcebispo de Jaro
+ CESAR MA. GUERRERO, Bispo de San Fernando
+ MANUEL M. MASCARINAS, Bispo de Tagbilaran
+ MARIANO MADRIAGA, Bispo de Lingayen
+ JUAN SISON, Bispo Auxiliar de Nueva Segovia
+ ALEJANDRO OLALIA, Bispo de Tuguegarao
+ MANUEL YAP, Bispo de Bacolod
+ PEREGRIN DE LA FUENTE, (op) Prelazia de Batanes-Babuyanes
+ LINO GONZAGA, Bispo de Palo
+ FLAVIANO ARIOLA, Bispo de Legaspi
+ PATRICK SHANLEY, (odc) Prelatura de Infanta
+ MONSENHOR PATRICK CRONIN, Administrador Apostólico de Ozamiz
+ REV. CHARLES VAN DEN OUWELANT, Administrador Apostólico de Surigao
+ SANTIAGO SANCHO, Arcebispo de Nueva Segovia
+ PEDRO P. SANTOS, Arcebispo de Nueva Caceres
+ RUFINO J. SANTOS, Arcebispo de Manilla
+ LUIS DEL ROSARIO, Bispo de Zamboanga
+ MIGUEL ACEBEDO, Bispo de Calbayog
+ ALFREDO OBVIAR, Administrador Apostólico de Lucena
+ WILLIAM BRASSEUR, (cicm) Vigário Apostólico de Montanosa
+ VICENTE REYES, Bispo Auxiliar de Manilla
+ GERARD MONGEAU, Administrador Apostólico de Sulu
+ WILLIAM DUSCHAK, Vigário Apostólico de Calapan
+ ANTONIO FRONDOSA, Bispo de Capiz
+ TEOPISTO ALBERTO, Bispo de Sorsogan
+ MONSENHOR CLOVIS THIBAULT, Administrador Apostólico de Davao
+ GREGORIO ESPIGA, (orsa) Prefeito Apostólico de Palawan

terça-feira, 19 de julho de 2011

Deus é Pai


Quando o sol ainda não havia cessado seu brilho,
Quando a tarde engolia aos poucos
As cores do dia e despejava sobre a terra
Os primeiros retalhos de sombra
Eu vi que Deus veio assentar-se
Perto do fogão de lenha da minha casa
Chegou sem alarde, retirou o chapéu da cabeça
E buscou um copo de água no pote de barro
Que ficava num lugar de sombra constante.
Ele tinha feições de homem feliz, realizado
Parecia imerso na alegria que é própria
De quem cumpriu a sina do dia e que agora
Recolhe a alegria cotidiana que lhe cabe.
Eu o olhava e pensava:
Como é bom ter Deus dentro de casa!
Como é bom viver essa hora da vida
Em que tenho direito de ter um Deus só pra mim.
Cair nos seus braços, bagunçar-lhe os cabelos,
Puxar a caneta do seu bolso
E pedir que ele desenhasse um relógio
Bem bonito no meu braço
Mas aquele homem não era Deus,
Aquele homem era meu pai
E foi assim que eu descobri
Que meu pai com o seu jeito finito de ser Deus
Revela-me Deus com seu
Jeito infinito de ser homem.

Composição: Pe. Fábio de Melo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

PRÉFACIO - (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria)

Anúncio do Anjo Gabriel
Num de seus livros, talves em "O Primeiro Amor do Mundo", Fulton Sheen, bispo e escritor americano, fala-nos de uma tradição russa, que lembra o amor e a misericórdia de Deus, sempre perdoando os homense querendo salva-los, mas sem grande resultado. Mandou Patriarcas, reis e profetas, seu próprio Filho , depois os santos. E a humanidade segue cada vez mais infiel, ingrata, impia, mergulhada no vício e no egoísmo, com todo o cortejo de males. Mas, continuando a lenda, quando tudo parecer pedido, Ele mandará sua Mãe. E, se não A ouvirem, então será o fim. Surdos à Mãe, não têm mais coração, nem alma.
Maria visita sua Prima Izabel
Ela é anunciada no Gênesis, esmagando a cabeça da serpente; surge, triunfante, no apocalipse, vestida de Sol, coroada de estrelas, a Lua sob os pés.
Ela vive nos Evangelhos, acolhendo o anúncio de Gabriel, santificando a família de Elisabeth e Zacarias, oferecendo Jesus ao Pai e buscando-o em Jerusalém, servindo-o trinta anos em Nazaré, rrancando-lhe do Coração o primeiro milagre em Caná, acompanhando-o pelas estradas da Palestina, até o Calvário, onde nos recebe por filhos, aguardando-o ressucitado e, depois da ascensão, rezando com os apostólos e dicipulos, na espera, com eles, da vinda do Espírito Santo. A São João, a privilegiada testemunha da obra da salvação, assiste como fizera a Jesus e fará sempre com a Igreja.
Nas obras mais dramáticas do mundo e da Igreja. Ela se faz presente em pessoa ou atravéz de Seus servos. Éfeso, São Bernardo, São Domingos, Dom João de Aústria, Lepando, la Salete, Lourdes, Fátima: são cuidados extremosos de Mãe com seus filhos, ainda que ingratos, irresponsáveis.
Em plena cultura de morte e do pecado, após um século que de sangue e martirio só pode comparar-se aos três primeiros séculos do cristianismo, Maria revela-nos aquele que é "Totus Tuus", todo seu: João Paulo II, uma das maiores presenças vivas de deus em toda a História , anúncio de Evangelho, "No Limiar da Esperança", a um mundo que submerge sem volta.
Maria e os Apóstolos reunidos no cenáculo 
Parece ter chegado o momento em que Deus decide mandar sua Mãe para buscar convencer os filhos a "fazer tudo aquilo que lhes disser". Ela prescisa de Apóstolos para preparar, com seu triunfo, a vitória final de Jesus. Ensinados por Maria, totalmente consagrados ao seu serviço, e, portanto, entregues por inteiro, em suas mãos, à missão de, com Jesus, arrancar da perdição os pecadores, faze-os crescer em sabedoria e graça, como só Ela, a serva do Senhor, sabe fazerm diante da imensidão do mal que os poderes das trevas instalam em todos os recantos da Terra.
São Luís Maria grignion de Montfort, quando anuncia o Evangelho, parece escandalizar, pela rudeza da linguagem e pensamento ao insistir na "escravidão" marial, a quem nem sequer aceita "a escrava do Senhor".
No entanto, vivemos num mundo de escravidão. Escravizadão do dinheiro, do poder, do prazer, das paixões, da moda, da "opinião pública"... Escravidão do álcool, do fumo, das drogas, da televisão, da internet, da pornografia, do sexo enloquecido... O resultado está aí. Desespero e frustação, neurose, violência, degradação: o preço do pecado, como o chama São Paulo.
Assunção da Virgem Maria
Os escravos de Deus são os únicos verdadeira e totalmente livres, da liberdade dos filhos de Deus. A tentação original, "sereis como deuses", empurra os homens a todas as escravidões, a prretexto da liberdade. O grito "é proibido proibir" abriu a porta a todas as violencias e depravações, da alma e do corpo.
Todavia, para que se aceitem esses grilhões (que no fundo, no fundo, são asas), São Luis Maria nos propõe a escravidão a Maria, a Mãe de Deus. Nenhum coração humano, realmente digno, a fé, a confiança, a pureza, o amor de Maria, escravo de amor ao Pai por Maria, voltamos a Ele pela sua maravilhosa estrada de vinda.
Assim começa São Luis Grignion o seu admiravel livro, código sagrado dos ultimos tempos, capaz de formar os apóstolos, os santos, os combatentes das ultimas batalhas que o Apocalipse registra.
Teologia segura, no meio da anfibologia maoderna (talvez o tenhamos, em breve, como Doutor da Igreja); caridade ardente, zelo vulcânico, combatividade incansável, coragem a toda prova: eis o que torna tão atual e imprescindivel o nosso santo, num mundo onde se tem tudo para ganhar e onde se faz tudo para perder, pela omissão do poder ea indiferença com a verdade.
Não sem razão o dêmonio escondeu o Tratado mais de um secúlo. É por todas as razões de redenção e graça, que não podemos deixar, um dia que seja, de falar desta mensagem de salvação ao alcance de todos, em especial dos pequeninos, de quem é o Reino dos Céus, porque "neles a graça do Senhor não padece crítica"
Não há de se perder um instante. Nunca, como hoje, foi tão importante ser apóstolo como São Luis Grignion, apóstolos de Maria, para acolher incondicionalmente Jesus.

Anápolis, 16 de julho de 2002.
Festa de Nossa Senhora do Carmo.


Dom Manoel Paestana Filho
Bispo Diocesano de Anápolis


"Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!" (Fátima)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Católicos podem manifestar-se contra o desrespeito à fé realizado na parada gay em São Paulo

Um grupo de leigos católicos no Brasil defendeu o direito que lhes corresponde para protestar contra as ofensas e o vilipêndio de imagens e símbolos sagrados por parte de homossexuais na última parada gay em São Paulo, pois atentou contra o Artigo 208 do Código Penal Brasileiro que considera um crime vilipendiar publicamente um ato ou objeto de culto religioso.

Segundo os editores do site, “o que houve na Avenida Paulista durante a "Parada LGBT" foi um ataque, um deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, que considera - sendo fiel à Revelação - os atos homossexuais intrinsecamente maus”.

O evento, explicam os organizadores da página votocatólico, teve como tema um versículo do Evangelho de São João manipulado - "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!" - colocou 170 cartazes em postes ao longo da avenida Paulista, com modelos masculinos representando santos católicos como se fossem homossexuais, seminus e em posturas eróticas, ao lado das mensagens: "Nem santo te protege" e "Use camisinha".


Para o Doutor Valmor Bolan, perito em Sociologia e conselheiro da Organização Universitária Interamericana (OUI-IOHE ) no Brasil e membro da Comissão Ministerial do Prouni (CONAP), “O fato mais chocante da parada gay deste ano, foi a forma como se apropriaram de uma frase (fora de contexto) do Evangelho, para insinuar que o amor proposto por Jesus seria também gay. E ainda mais usando imagens sagradas de santos católicos para ainda fazer as pessoas concluírem que tais santos eram gays. Tudo isso pode se resumir numa palavra pouco mencionada hoje em dia, mas tratou-se de um sacrilégio”.

Depois de afirmar que o fato foi uma clara provocação e um desrespeito à Igreja e às práticas religiosas milhões de brasileiros, considerando estas manifestações como “um ataque, deboche e vilipêndio do ensinamento moral da Igreja, os organizadores da iniciativa laical votocatólico recordam que o artigo 208 do código pena considera como crime "escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção de um mês a um ano, ou multa".

“O fato se torna ainda mais grave pelo fato de a Parada receber financiamento público, especialmente dos Ministérios da Cultura e da Saúde, da Petrobrás, da Caixa Econômica Federal e da Prefeitura de São Paulo. Consideramos que se este episódio passar despercebido, outros mais graves virão”, denunciaram.

Assim, o site católico lança o seguinte convite:
“Se você sentiu-se ofendido e agredido na sua fé com os cartazes desrespeitosos à fé católica na "Parada LGBT", convidamos a queixar-se com as entidades governamentais que financiaram o evento (clique aqui), manifestar sua inconformidade com as empresas patrocinadoras do evento (clique aqui) e entrar em contato com as procuradorias regionais dos direitos dos cidadãos (clique aqui).

Fonte: ACI Digital
Para ver o artigo completo do Dr. Valmor Bolan e manifestar-se contra o desrespeito à fé ocorrido na parada gay, visite: http://www.votocatolico.com.br/

quarta-feira, 22 de junho de 2011

ACORDA Juventude!!!

Em meio a tantas notícias que revelam uma juventude cada vez mais perdida e vazia, afogada em um mundo completamente depravado, onde jovens vendem seus corpos por dinheiro, drogas ou qualquer vício, um mundo que os tornou verdadeiros escravos do prazer, onde reina o descontrole emocional, a alegria momentânea, me vejo obrigado a dizer: Juventude Acorda!!!

Jovem, dê um basta em toda a escravidão que este mundo te impôs, chega de dar prazer ao demônio, aquele que só quer ver a sua destruição. Fomos criados pelo Senhor e para o Senhor, somos a única esperança de salvação desse mundo tão entregue as garras de satanás. Não se entregue ao pecado meu irmão, porque todos eles já foram pregados no madeiro da Cruz, e você já foi liberto pelo Sangue do Cordeiro. Não há mais motivos pra você levar uma vida de escravidão ao pecado, Cristo já sofreu por cada um de nós e fez isso por amor a mim e a “você”.

Lembre-se que “Tudo me é permitido, mas… nem tudo me convém”. (I cor 10,23), cabe a cada um escolher a benção ou a maldição. Deus nos dá a liberdade de escolhermos o que queremos fazer com nossa vida, simplesmente por Ele nos amar. E como respondemos a este amor? A busca pela santidade é uma luta diária, pela qual devemos estar convictos no nosso objetivo, de que no final desta batalha, se vencedores, teremos a eternidade!


Irmão, te convido neste dia, a se entregar a Cristo Nosso Senhor. Convido você a se decidir hoje por Jesus Cristo, juntamente com tantos outros jovens, que hoje se decidem por Ele. Esta decisão requer coragem e ousadia, das quais o seu coração de jovem está transbordando.


“Jovem você tem o poder de incendiar o mundo”
                                         Beato João Paulo II 



Alexandre Souza
Comunidade Apóstolos


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Luteranos, protestantes e a Virgem Maria

Um grupo de teólogos luteranos da Alemanha publicou um texto intitulado Manifesto de Dresden, na revista “Spiritus Domini”, onde questionam a atitude dos “cristãos evangélicos” que ignoram os milagres que acontecem em locais marianos, como Lourdes e Fátima, e por isso, acabam ignorando a própria Virgem Maria.

O documento pergunta: “Por que um cristão evangélico pode ter o direito de ignorar tais realidades, pelo fato de se apresentarem na Igreja Católica e não na sua comunidade religiosa? Tais fatos não deveriam, ao contrário, levar-nos a restaurar a figura da Mãe de Deus na Igreja Evangélica?”.

O Texto luterano afirma que as curas em santuários marianos devem receber credibilidade, pois “sabemos, ou deveríamos saber, que as curas de Lourdes e Fátima são examinadas com elevado rigor científico por médicos católicos e não-católicos”.

O manifesto afirma que “seria o cúmulo da tolice ignorarmos a voz de Deus, que fala ao mundo pela mediação de Maria, e dar-lhes as costas unicamente porque Ele faz ouvir sua voz através da Igreja Católica”.

Segundo o manifesto, umas das causas do esquecimento de Maria pelas outras religiões foi a Guerra dos 30 anos (século XVII, entre luteranos e católicos) e na época dos livres pensadores da metade do século XVIII, que, “sufocando no coração dos evangélicos o culto da Virgem, destruíram os sentimentos mais delicados da piedade cristã”.

O Manifesto de Dresden lembra que “Lutero honrou Maria até o fim de sua vida; santificava suas festas e cantava diariamente o Magnificat”.

Mas como causa principal do esquecimento, e até mesmo de certo repudio de Maria, o manifesto afirma que “o temor de diminuir a glória de Jesus foi a causa de que as Igrejas Evangélicas negassem à Maria a veneração e os louvores devidos”.

O texto conclui o tema ao combater esse “temor”, argumentando que “através da justa veneração que aos apóstolos e a ela corresponde, multiplica-se a glória e o louvor ao Senhor, porque foi Ele que a elegeu (e a fez) pela Sua Graça um instrumento seu. Jesus espera que veneremos Maria e a amemos”. (Folha de SP, da Redação, 27 julho 2007)

Graças a Deus os luteranos superaram o erro da maioria dos protestantes que pensam que os católicos prestam um culto de adoração (latria) à Virgem Maria, quando na verdade é um culto de veneração apenas (dulia); e que este culto não põe Jesus nas sombras, ao contrário o enaltece, uma vez que a Virgem sua Mãe é santa e Imaculada por graça do seu Filho.

São Paulo ensina que “há um só medianeiro entre Deus e os homens, o homem Jesus Cristo, que Se deu a Si mesmo em redenção por todos” (1Tm 2,5-6); e com isso o Apóstolo mostra que nenhuma outra pessoa tem em si mesma autoridade própria, nem merecimentos próprios, para se apresentar diante de Deus como medianeira dos homens. Mas essa mediação única e necessária de Jesus, suficiente e absoluta, não exclui outros medianeiros dependentes de Cristo.

Ensina o ‘Doutor Angélico’ (S. Tomás) que nada se opõe a que também outros se designem medianeiros entre Deus e os homens, enquanto como ministros e instrumentos cooperam na união dos homens com Deus, como os anjos e santos do céu, os profetas e sacerdotes de ambos os testemunhos. Esta dignidade gloriosa cabe em ponto mais elevado à Santíssima Virgem.

Também o Concílio Vaticano II nos ensina que “um só é o nosso Mediador… Todavia a materna missão de Maria a favor dos homens de modo algum obscurece nem diminui essa mediação única de Cristo, mas até ostenta sua potência, pois todo o salutar influxo da bem-aventurada Virgem a favor dos homens não se origina de alguma necessidade interna mas do divino beneplácito. Flui dos superabundantes méritos de Cristo, repousa em Sua mediação, dela depende inteiramente e dela aufere toda a força. De modo algum impede, mas até favorece a união imediata dos fiéis com Cristo” (Lúmen Gentium, 60).

E o mesmo Concílio fala com toda sua autoridade:“A Igreja não hesita em proclamar esse múnus subordinado de Maria. Pois sempre de novo o experimenta e recomenda-o aos fiéis para que, encorajados por essa maternal proteção, mais intimamente adiram ao Mediador e Salvador” (LG n. 62).

Fonte: Blog Prof. Felipe Aquino - publicado em 7 de agosto de 2007

Citações protestantes sobre a Virgem Maria

Lutero disse: “Ela Maria nos ensina como devemos amar e louvar a Deus, com alma despojada e de modo verdadeiramente conveniente, sem pro­curar nele o nosso interesse… Eis um modo elevado, puro e nobre de louvar: é bem próprio de um espírito alto e nobre corno o da Virgem. ” (“Maria Mãe dos homens”, Edições Paulinas, SP, p. 561).

"O que são as servas, os servos, os senhores, as mulheres, os príncipes, os reis, os monarcas da terra, em comparação com a Virgem Maria, que, além de ter nascido de uma estirpe real, é também Mãe de Deus, a mulher mais importante da Terra? No meio de toda a Cristandade ela é a jóia mais preciosa depois de Cristo, a qual nunca pode ser suficientemente exaltada; a imperatriz e rainha mais digna, elevada acima de toda nobreza, sabedoria e santidade”.
(Lutero - Livro “Maria – Der Weg der Mutter des Herrn” - M. Basiléia)

“Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe um carro de outro e conduzi-la com 4000 cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: “Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano”. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo, e apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria”.
João Calvino 
(Lutero - Livro “Maria – Der Weg der Mutter des Herrn” - M. Basiléia)

Calvino disse: “Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.” (Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)


John Wesley, fundador da Igreja metodista na Inglaterra, em 1739, disse: “Creio que Jesus foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.”